Juventude em Ação
santos e santos
A JPS/BA estará no mês de março(data a definir) na cidade de Nova Itarana-Ba, realizando atividades politicas, culturais, esportivas e artísticas. Essa ação da juventude baiana tem o objetivo de fortalecer ainda mais as bases regionais do PPS/BA, resgatando assim, o espírito desbravador da juventude.
Outro ponto a se destacar nessa atuação da JPS/BA na cidade de Nova Itarana, é o fortalecimento da pré-candidatura a Prefeito daquela cidade, do camarada AILTON, mostrando ao povo de Nova Itarana que ele terá todo o apoio necessário para construir uma cidade mais justa, digna, igualitária e que o povo tão sofrido possa ter garantidos os direitos fundamentais que um ser humano necessita.
Estas ações da juventude conta com total apoio da direção estadual do PPS/BA, onde destacam-se George Gurgel, Nilson Bahia, Galeão, Otoni, Luis Contreiras, Fernando Santana, Antonio Carlos Mota, Fidel, Hans, Professora Dora, Ivanilton, Tiago, Leonardo, Paulo Cintra, Padre Joel, Walmir Mota, Carlos Miguel, dentre outros.
Já garantiram presença nessa atividade quadros importantes da juventude pepessista baiana, como, Givanildo (coordenador de Cultura), Armando (Coordenador de Organização), Anderson (tesoureiro), santos e santos (Presidente), Josenir (Diretora de Meio Ambiente), Marcia de Oliveira (Secretária Geral), Everaldo da Silva (Coordenador de Esporte), Rosevaldo (Diretor de Esporte), Rogério (Conselho de Ética), Carlos Alberto (Conselho de Ética).
A Direção Estadual da JPS/BA convoca todos os militantes do PPS para que possa nos ajudar no que tange a contribuições financeiras, para que possamos realizar a reconstrução do PPS pela base e a juventude pepessista deseja contribuir para essa reconstrução ocupando as ruas e transformando o mundo!
Manifesto da
Esquerda Revolucionária Socialista
Santos e santos
Na mente de alguns militantes do nosso partido já não há ideologia socialista. O capitalismo mostrou-se mais forte, recolonizou-nos pela globalização e não seguimos os princípios de igualdade simbolizados por um quilo de arroz por pessoa.
Aqui vivemos nesta liberdade simplesmente reservada aos mais fortes, estamos na selva, aliás na economia do mercado.
Respeitamos e até entendemos a decisão dos nossos dois Deputados Federais, Colbert e Veloso, em arrumar as malas e partir para o PMDB.
Entretanto, não concordamos com tal atitude, nem como se deu esse processo no mínimo incoerente.
Reconhecemos a excelente maneira como Colbert sempre se portou na defesa do PPS, onde quer que estivesse. A sua ética na condução do partido, a sua conduta no parlamento e a sua grande habilidade em lutar pelos ideais socialistas que esse partido sempre defendeu. Ratifico as mesmas opiniões a respeito do nosso camarada Veloso.
E por tudo isso que acabamos de explanar, concluímos que a saída de ambos deveria obedecer critérios mais coerentes, afinal de contas, não conseguiram a vitoria nas urnas sem ajuda da militancia do nosso partido.
Esqueceram-se os princípios utópicos que nos fizeram rasgar as mangas da balalaica por uma Bahia melhor, por um país soberano!
Mas o que é soberania? Este conceito é determinado pelos mais fortes e, a nós, só resta repetir o que nos mandam.
Levamos anos a combater a burguesia. Mas sabíamos que sem estratégias não podíamos vencer e quando finalmente acertamos as bases para construir um partido forte nessa luta contra a burguesia, já não fazia sentido, era uma vergonha nacional, todos nós queríamos ser burgueses e como combater o que queremos ser? O melhor era combater essa hipocrisia para não proclamarmos (até no parlamento) o nosso próprio fim!
Alguns só querem lutar pelo pão, por dinheiro para transporte, por levar seus filhos à escola, mas não querem mais lutar por ideologias, não nos metam nessa democracia burguesa, que sempre procura priorizar os seus e não o povo! Abaixo a burguesia!
Diante destes fatos lamentáveis a Esquerda Revolucionária Socialista (ERS) conclama a militancia, a direção municipal e a direção estadual para reconduzir o PPS/BA aos trilhos ideológicos que sempre nortearam as lutas contra a exploração do homem pelo homem e possamos chegar a conquista do parlamento e colocar em pratica a luta pelo poder local.
Propomos a elaboração de um plano de metas que contemple os ideais socialistas, bem como, a diversidade regional existente no nosso estado.
Declaramos total comprometimento com a luta por um PPS/BA atuante, laico, sem dono, popular e plenamente socialista. A luta continua!
ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA SOCIALISTA - ERS
As propostas do Núcleo da Juventude do PPS
Santos e Santos
A idéia que leva à formação da Esquerda Revolucionária Socialista do PPS, à revitalização da nossa militância e à reformulação da JPS não pode se limitar à simples criação de mais um entre tantos grupos internos, nem única e exclusivamente à troca de nomes de seus mebros, mas deve representar uma profunda transformação política, ideológica, conceitual e administrativa que rompa com os modelos tradicionais e ultrapassados das juventudes partidárias.
Já não basta ser crítico e oposicionista no discurso; é preciso agir de modo construtivo, dialogar com os demais setores da sociedade e acompanhar as novas formas de participação e organização popular, das quais precisamos ser contemporâneos.
Já não basta resumir a ação de uma juventude à política estudantil. Precisamos estar integrados, sim, ao movimento dos estudantes, mas também aos demais movimentos sociais, religiosos, culturais, sindicais, ambientais, às organizações não-governamentais e à própria política partidária direcionada ao candidato jovem.
Hoje em dia, jovens e velhos, homens e mulheres das mais variadas classes sociais, culturas e raízes fazem política sem se prender diretamente a nenhum tipo de organismo partidário, dando preferência à atuação em ONGs ou nos conselhos de segurança, de saúde, da criança e do adolescente ou em defesa da mulher. A hegemonia dos partidos diminui na mesma medida em que os problemas sociais aumentam.
É certo que atualmente a sociedade vive muito menos a rotina político-partidária, assim como a pura e simples polarização entre direita e esquerda está cada vez mais antiquada, principalmente quando nós mesmos pregamos o “diálogo” com todos os setores democráticos para atingirmos objetivos comuns.
Mas, por outro lado, passamos a viver uma pluralidade de lutas que se travam fora do estreito mundo partidário e exigem uma multiplicidade de organizações. Portanto, temos que abandonar definitivamente a idéia de que os partidos exercem o monopólio da representação política e, consequentemente, a juventude do PPS não pode se contentar em ser apenas um partido de calças-curtas, reprodutor das decisões impostas pela cúpula dirigente à sua militância passiva.
É hora, então, de desenvolvermos esse novo tipo de debate. É o momento de construirmos dentro do PPS mecanismos de compreensão e formulação dessa modalidade renovada de política para a nossa atuação no campo juvenil, promovendo assim mudanças que satisfaçam as particularidades das novas gerações e determinem essa nossa identidade junto à sociedade, concretizando na prática a evolução pretendida pelo PPS desde a sua origem.
O Núcleo da Juventude do PPS deve funcionar como articulador de diferentes interesses dos jovens brasileiros e paulistanos. Ao debate meramente político-partidário e à participação no movimento estudantil, devemos somar idéias e ações concretas nas áreas de ecologia, cultura, esportes e lazer, música, turismo, direitos humanos, ética, cidadania, políticas públicas, trabalho e desenvolvimento econômico, ciência e tecnologia etc.
Sem perder o lastro de 78 anos de uma história impecável e coerente de lutas democráticas desde a fundação do PCB, respeitando suas origens e honrando suas tradições, não podemos nos esquecer também que somos todos jovens nos oito anos de existência do PPS.
Não vamos ter medo de resgatar os pontos positivos do passado enquanto projetamos o nosso futuro, porém sem dogmas ou tabus, desenvolvendo um profundo debate nacional que esclareça e aperfeiçoe o nosso projeto de construirmos um partido que realmente faça diferença no cenário político brasileiro e na sociedade como um todo.
Assim, não podemos desperdiçar esse importante instrumento partidário e consequentemente a nossa possibilidade de inserção na vida cotidiana dos jovens brasileiros e paulistanos, seja pormeio do Núcleo da Juventude do PPS ou de seu braço socialmente mais visível, a JPS.
Apesar de em tese ser um instrumento amplo, interessante e transformador, a JPS até agora tem se limitado a reproduzir e amplificar os problemas do PPS, às vezes reforçando embates internos e vícios da política, outras horas servindo de palco para guerras de vaidade e demonstrações das formas mais baratas de politicagem, fisiologismo e demagogia.
Isso não só tem gerado a insuficiência na formação de novos quadros identificados com a história, com o programa e com as propostas do PPS, mas também a incapacidade de pautar e responder a demandas puramente juvenis, reduzindo seu papel a simplesmente adaptar as decisões do partido a uma linguagem “jovem”, quando isso é feito.
Por isso, o Núcleo da Juventude do PPS surge para ocupar esse espaço com ética, coerência, unidade e bom senso, e para quebrar essa tradição fisiológica de sermos uma força organizada apenas às vésperas dos processos eleitorais.
Não estão errados os que apontam a falta de estrutura como um dos problemas que agravam a fragilidade da nossa juventude partidária, uma vez que não é possível construir algo, por menor que seja, sem investimentos materiais. Por outro lado, também é possível concluir que não temos nenhuma estrutura porque não conseguimos manter uma organicidade mínima que permita ou gere estrutura.
O Núcleo da Juventude do PPS chega para reaproximar o partido do “mundo real” dos jovens, muito mais individualista e competitivo do que supunha nossa cartilha saudosista e utópica.
Se antes a preocupação com o jovem se resumia à política estudantil ou às formas de atração para a militância partidária, hoje temos que atender a uma série de novas necessidades e expectativas, tanto dos jovens carentes quanto daqueles que têm uma melhor condição de vida, mas que enfrentam problemas idênticos no seu cotidiano e dividem a mesma ansiedade diante de um futuro incerto, marcado pela violência, pela frieza das relações humanas o pela ausência de coesão social.
Está nas mãos do Núcleo da Juventude do PPS e da JPS gerar essa esperança e criar os elos da cidadania juvenil com o futuro, sem perder de vista as mudanças radicais do cenário e das referências da juventude brasileira nos últimos anos.
O PPS saiu na frente na tentativa de renovar com profundidade sua forma de organização para atender a dinâmica das mudanças que estamos vivenciando, e isso deve se repetir na organização do nosso Núcleo da Juventude. Temos que criar uma estrutura ágil, que garanta o pleno exercício da opinião de todos, independente do rótulo de socialista ou social-democrata, esquerda, centro-esquerda ou qualquer outra definição que se queira dar.
O segredo é transformar os fóruns de nossa entidade em centros de formação e de irradiação de políticas para a sociedade. Devemos amadurecer essa discussão dentro e fora do partido, envolvendo as pessoas nesse processo de revitalização de idéias e ações para construirmos um movimento democrático e plural, que seja o embrião de uma nova organização de juventude, inserida na sociedade e que trabalhe politicamente no espaço da centro-esquerda.
O Núcleo da Juventude e a JPS são os instrumentos que hoje o partido dispõe para acompanhar as mudanças e responder a esses desafios. Devemos nos valer desta experiência à luz da nova conjuntura, estabelecendo uma ponte entre as grandes discussões do país e os temas pertinentes aos jovens.
É neste cenário e com esta lógica que devemos desenvolver nosso trabalho. Encontrar o mínimo denominador comum dentro da diversidade, conquistar corações e mentes para a política e inventar uma nova utopia possível, tendo como princípios a radicalidade democrática, o diálogo nacional, a ética, a solidariedade e a justiça social.
DETALHES SOBRE A JPS/BA
Santos e Santos
O JOVEM É O FUTURO DO PAÍS”Com este discurso o “mundo adulto” tenda nos privar do direito de participarmos das decisões e ações na construção de uma nova sociedade, em vez de nos tratar como parceiros, nos trata como receptores, a JPS defende que os jovens devem ser encarados como interlocutores e parceiros ativos no trabalho social, político e educativo a nós dirigidos.É SÓ VOCÊ QUERER…
O potencial da juventude é mais importante que suas vulnerabilidades, dizer que o jovem não gosta de política é uma forma de nos afastar das decisões que ocorrem em Brasília e no nosso dia a dia. Ou será que jovem não quer emprego, cultura, lazer e educação de qualidade???
“A GENTE NÃO QUER SÓ COMIDA…”Apesar de estarmos no terceiro milênio, na era da informática e da globalização, a elite dirigente de nosso país ainda não compreendeu que o JOVEM é um cidadão como qualquer outro, que o que a gente quer é ter uma vida digna, ser feliz e viver numa sociedade mais justa e humana, ter trabalho, moradia, saúde, segurança e educação de qualidade para nós e nossos futuros filhos, queremos participar da construção desta tão sonhada nova sociedade, poder participar da formulação e decisão das políticas públicas, queremos ser parte integrante desta sociedade e não meros receptores.“ATÉ QUANDO…”
Você jovem vai ficar de fora da construção deste país, participe com a gente, a JPS esta de portas abertas para você que defende:
- Educação de qualidade;
- 1º Emprego;
- Uma sociedade mais justa e humana;
- Fortalecimento do exercício pleno da cidadania contra a alienação cultural, política e educativa;
- Igualdade de condições de acesso e permanência a educação;
- A Paz e a Humanidade;
- A democracia como valor universal.A JPS é assim, um espaço democrático para você participar ativamente da construção deste novo país.COMO PARTICIPAR???
A JPS tem diversos espaços de atuação, é só você escolher:
- Movimento Estudantil Secundarista: Através de grêmios e entidades gerais, UMES, ABES e UBES;
- Movimento Estudantil Universitário: Através de CA’s, DCE’s, federações de curso, na UEE e UNE;
- Movimento Social e Comunitário, nas campanhas contra a fome e a miséria e a alfabetização solidária;
- Movimento sindical, Cultural, lazer e esportes, comunicação e debates, congressos e nos movimentos religiosos. ORGANIZAÇÃO:A JPS é organizada da seguinte forma:
- JPS/Nacional;
- JPS/Estadual;
- JPS/Municipal;
- JPS/Núcleo de Base
Para construir uma nova sociedade é necessário mais que a vontade e desejo de mudar;
É preciso se indignar com as injustiças, com a miséria e a pobreza não só material, mais a de espírito daqueles que nos governam.
Parafraseando a letra da música pais e filhos da banda Legião Urbana, é preciso ter a noção “Sou uma gota d’água, sou um grão de areia”, neste mundo em que vivemos, ou seja:
“Sonho que se sonha só, é apenas um sonho , sonho que sonhamos juntos, se tornará realidade”… Vem ser JPS.
ESQUERDA REVOLUCIONÁRIA SOCIALISTA/BA
PROJETO MUDA BRASIL
Santos e Santos
Em primeiro lugar, reafirmamos a necessidade do fortalecimento do papel do Estado, como elemento indutor do desenvolvimento, sem o que a economia nacional vira presa fácil da ação dos cartéis estrangeiros e de sua lógica excludente. A supressão do Estado público, defendida e praticada pelos neoliberais, visa dar lugar ao Estado privado de uns poucos monopólios, que se traduzem em aumento de tarifas, desemprego em massa, arrocho salarial e precarização de direitos, como bem o demonstram as privatizações realizadas durante o desgoverno FHC.
Para fazer frente à ditadura do mercado e à ordem neocolonial imposta pela única superpotência do mundo atual - os Estados Unidos- sobre nossos países e povos, sublinhamos o importante papel do Brasil para uma integração latino-americana que tenha como base a solidariedade e a complementaridade de nossas economias. Na América Latina vive-se um momento político novo, cuja marca principal é o forte repúdio dos povos ao neoliberalismo e ao imperialismo, que vem redundando inclusive em fortes mobilizações populares e na eleição de governos com plataformas progressistas. O fortalecimento da nossa unidade e a afirmação da nossa soberania se contrapõem à submissão e à anexação propostas pela Alca, morta e enterrada pela unidade popular com os governos progressistas em Mar del Plata.
Defendemos mudanças na política econômica, com redução dos juros e do elevado superávit primário, que drenam preciosos e crescentes recursos das áreas sociais para o parasitismo da especulação financeira. Estancar esta sangria é fundamental para o fortalecimento e ampliação dos programas sociais, investindo pesado na melhoria da saúde e da educação públicas e de qualidade, na infra-estrutura, na geração de emprego e renda.
Na compreensão das entidades que compõem a Coordenação dos Movimentos Sociais, a construção de um Brasil soberano, justo e desenvolvido passa necessariamente pelo fortalecimento dos movimentos sociais. É preciso mobilizar o povo para impedir o retrocesso e exigir o avanço das mudanças. O Brasil precisa avançar, libertar-se do neoliberalismo e enveredar de maneira sustentada por um caminho de desenvolvimento nacional, democrático e popular.
Defendemos o real cumprimento do que determina a nossa Constituição Federal, no que tange as garantias e direitos individuais e coletivos.
Reafirmamos a nossa total indignação pelo racismo determinista que se apresenta no país. Lutamos pelo fim da exclusão social e de toda exploração do homem pelo homem.
A Esquerda Revolucionária Socialista declara: “Se não há justiça para todos, não haverá paz para ninguém!”
Neste sentido, apresentamos os seguintes pontos na construção de um Projeto Nacional antineolibreal e antiimperialista que mobilize amplas forças políticas e sociais fundamentais para fazer avançar a luta do povo brasileiro pelas transformações do país, a partir de quatro eixos essenciais.
Soberania Nacional
- Em defesa de uma política externa independente, que busque a paz e o multilateralismo, a redução de entraves aos países em desenvolvimento e a integração soberana e solidária da América do Sul e da América Latina.
- Não à Alca e aos tratados bilaterais de “livre comércio” que os Estados Unidos vêm promovendo na América Latina. Contra as bases militares estrangeiras na região.
- Pela integração solidária da América do Sul em suas múltiplas dimensões: política, institucional, energética, física, comercial, em defesa, ambiental, científica e tecnológica, cultural e social. Pelo fortalecimento do Mercosul e pelo aprofundamento da integração sul-americana, com a constituição plena da Comunidade Sul-americana de Nações. Redução das desigualdades sociais e regionais, dentro de cada país e entre os países da região.
- Solidariedade ao Haiti e ao povo haitiano. O desenvolvimento pacífico, soberano e democrático do Haiti exige apoio e assistência internacional. Além disso, é preciso progredir no sentido da retirada das forças militares da Missão da ONU.
- Pela democratização e fortalecimento das Forças Armadas
Pelo Desenvolvimento
- Por mudanças na política econômica que transitem para um novo Projeto Nacional de Desenvolvimento. O foco deve ser o incentivo à produção e ao emprego. Não é possível a manutenção das mais altas taxas de juros do mundo como instrumento de combate a inflação, que deve ser contida por outros meios, sem provocar recessão. Pela redução do superávit primário. Contra a autonomia do Banco Central. Democratizar o Conselho Monetário Nacional.
- Câmbio administrado para propiciar o desenvolvimento. Instituição de mecanismos de controle de capitais.
- Auditoria e redução das dívidas interna e externa.
- Pela vigência de metas de crescimento econômico e de investimentos.
- Por uma política nacional de desenvolvimento ambientalmente sustentável, que preserve o meio ambiente e a biodiversidade, e que resguarde a soberania sobre a Amazônia brasileira.
- Defesa de uma ativa política industrial e de ciência, tecnologia e inovação que preparem o país para atuar em segmentos dinâmicos e de ponta, que agreguem valor e intensidade tecnológica à produção industrial. Valorização dos centros de produção de conhecimento científico e tecnológico.
- Contra as privatizações das empresas estatais. Fortalecimento dos instrumentos estatais de promoção e financiamento do desenvolvimento. Pela desprivatização da Vale do Rio Doce.
- Por mais investimentos em infra-estrutura (energia, portos, estradas, linhas ferroviárias e hídricas), saneamento básico e transporte público
- Pelo fortalecimento do Mercosul. Contra o “livre comércio”, a assinatura de acordos comerciais que possam restringir a capacidade e autonomia de desenvolvimento do país. Contra ameaças de reduções unilaterais de tarifas de importação no âmbito da OMC.
Mais democracia no Brasil
- Contra a corrupção, pela ética e transparência na gestão pública. Ampliação dos serviços públicos e pela valorização dos trabalhadores do serviço público com o reaparelhamento e fortalecimento da ação do Estado com amplo controle social.
- Por uma ampla reforma política democrática, que garanta ampla liberdade de organização e funcionamento institucional e parlamentar aos Partidos Políticos. Contra a antidemocrática cláusula de barreira. Pelo financiamento exclusivamente público das campanhas eleitorais, com a proibição do financiamento privado.
- Liberdade política para os movimentos sociais. Contra o retorno da política de criminalização das lutas populares vigentes no governo de Fernando Henrique (1995-2002)
- Pela instituição e utilização regular de mecanismos de democracia direta que ampliem e aprofundem a democracia, como plebiscitos, consultas e referendos. Pela instituição de mecanismos de participação popular, Orçamento Participativo, audiências públicas e controle público das decisões governamentais, como Conselhos populares e Conferências nacionais deliberativas. Incentivo ao associativismo autônomo do povo em suas organizações.
- Democratizar os meios de comunicação, visando a pluralidade de opiniões e o respeito e difusão das opiniões das minorias. Pela criação imediata de um canal aberto de televisão pública. Pela integração da TV pública brasileira ao projeto da Telesul. Fortalecimento das rádios e TVs públicas e comunitárias. Concessão de linhas de financiamento a projetos de criação de novas TV’s, Rádios, Jornais e Revistas de grande circulação por parte dos movimentos sociais populares quando da mudança do modelo analógico para o modelo digital brasileiro.
Mais direitos para o povo
- Por mais e melhores empregos, com a valorização do trabalho e a busca do pleno emprego. Formalização do trabalho informal, combate à precarização e à flexibilização da legislação trabalhista. Por uma política de valorização sustentada do salário mínimo real , como forma de intensificar a distribuição de renda. Redução da jornada de trabalho sem redução de salários. Política especial de emprego voltada a juventude e valorização do trabalho das mulheres.
- Ampliação dos investimentos públicos nas áreas sociais, com políticas públicas universais voltadas para a ruptura da desigualdade de raça, etnia, gênero e orientação sexual.
- Por uma política de Segurança Pública que valorize a vida acima do patrimônio.
- Pela garantia dos Direitos Humanos. Pela reparação dos danos causados pela ditadura militar.
- Pela democratização do mundo do trabalho com plena liberdade sindical, garantindo o direito de organização dos trabalhadores nos locais de trabalho.
- Pelo fim do fator previdenciário. Elevação dos valores das aposentadorias. Contra a desvinculação dos benefícios previdenciários do salário mínimo. Em defesa de uma previdência pública universal que contemple os trabalhadores rurais, domésticos e donas de casa.
- Por uma política de distribuição de renda para a superação da pobreza e da miséria. Manutenção e ampliação do crédito popular.
- Reforma urbana para garantir o aceso à moradia de qualidade. Desenvolvimento de um amplo programa de construção de moradias populares buscando eliminar o déficit habitacional e a existência de habitações indignas e insalubres.
- Realização de uma ampla e massiva reforma agrária, com a ampliação de assentamentos, distribuição de terras com apoio técnico e financiamento subsidiado à agroindústria cooperativada para a pequena propriedade. Valorização da agricultura familiar. Garantia dos direitos dos indígenas e quilombolas, entre eles a demarcação e a titulação de suas terras. Contra a privatização das águas, pela revitalização dos recursos hídricos.
- Educação pública, gratuita e de qualidade para todos e todas, com a universalização do acesso, promoção da qualidade e incentivo à permanência, seja na educação infantil, no ensino fundamental, médio e superior. Por uma campanha nacional efetiva de erradicação do analfabetismo. Reforma universitária avançada com expansão das universidades públicas e controle do ensino privado. Adoção de medidas que democratizem o acesso ao ensino superior público.
- Melhorias no sistema nacional de saúde pública. Tratamento preventivo às doenças, atendimento digno às pessoas nas instituições públicas. Pelo desenvolvimento de um amplo programa de saneamento ambiental e valorização dos SUS como política de Estado.
- Pela garantia e ampliação dos direitos sexuais reprodutivos.
- Desenvolvimento de política cultural e esportiva que reflita a identidade nacional e a diversidade da realidade brasileira, com base em investimentos públicos.